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sábado, 1 de julho de 2017

Saiba quais são as doenças mais comuns em cada raça de cachorro

O conhecimento e a prevenção são as melhores maneiras de evitar doenças e futuros problemas de saúde ao seu animal de estimação.

Na lista abaixo as doenças mais comuns de cada raça de cachorro. Lembre-se de ficar atento aos sinais do seu cão e qualquer dúvida consulte um médico veterinário. Confira:

Buldogue inglês



Créditos: iStock / ClarkandCompany

Buldogue inglês

Como a fêmea tem a pelve estreita e fina, muitas crias só são viáveis através da inseminação artificial. Além disso, a maioria dos partos é feita por cesárea, já que a cabeça do feto é muito grande.

Cocker spaniel


Créditos: iStock / SensorSpot

Cocker

Desenvolvem doenças como catarata, glaucoma e atrofia progressiva da retina. Também são comuns surdez e dor de ouvido.

Golden retriever


Créditos: iStock / jonathandavidsteele

Golden

A cabeça do fêmur de um cachorro muito grande não se encaixa bem na bacia. Isso pode prejudicar a mobilidade das patas traseiras. Também é comum na raça o desgaste da articulação do cotovelo.

Buldogue francês
A raça é suscetível a problemas respiratórios. Fazer muito exercício ou ficar em um ambiente de muito calor podem causar problemas para respirar.

Pastor alemão
Podem sofrer problemas nas articulações.

Dálmata
É a raça mais atingida por surdez. Até 30% dos dálmatas ficam surdos de um ouvido e 10% de ambos.

Poodle
O principal problema de saúde da raça é o câncer. Problemas de tireoide, pele e articulações também são comuns.

Boxer
Hiperplasia gengival (tumores benignos da boca, que não causam danos significativos) e tumores cutâneos, como o melanoma (câncer na pele).

Basset hound


Os germes aproveitam as longas orelhas do cachorro para entrar no canal auditivo e causar inflamações.

Dobermann
Nessa raça, os ventrículos do coração se dilatam e o músculo cardíaco enfraquece na hora de contrair e bombear o sangue, levando a insuficiência cardíaca e acúmulo de líquido no pulmão.

Pug
Como seu focinho é muito curto, o ar não tem tempo de resfriar antes de chegar aos pulmões, provocando o aumento da temperatura corporal.

Fonte:
CatraCão
Com informações do site Super Interessante e Pedigree Dogs Exposed

domingo, 4 de junho de 2017

Informações que devemos saber sobre os parasitas: CARRAPATOS.

Carrapatos um problema para você e seu cão.

No cão a espécie mais comum de carrapato é o Carrapato Marrom (Rhipicephalus sanguineus). Eles sobem no animal, fixam-se na pele e podem transmitir doenças. Quando essa situação ocorre é preciso buscar tratamento o mais rápido possível.

Este carrapato está adaptado às áreas urbanas, podendo ser encontrado no interior das residências. Ao abandonar seu hospedeiro, a fêmea precisa de alguns dias para botar os ovos. Para fazer seu ninho, ela procura lugares altos, sem umidade e com baixa luminosidade, como em frestas, rodapés, batentes de porta, atrás de quadros e embaixo de estrados de camas. Este carrapato não gosta de ficar no chão ou grama.

O ciclo de vida do carrapato possui 4 fases: ovo, larva, ninfa e adulto. No cão podemos ver as fases jovens (larva e ninfa) e adulta. Quando não estão no animal eles se escondem em "ninhos", onde passam a maior parte da vida. O carrapato não troca de fase sobre o animal, ele sempre faz isso no ambiente, nos ninhos.

Normalmente estes ninhos são próximos de onde o animal dorme. Ao sair do esconderijo, os carrapatos caminham pelo ambiente a procura dos nossos amigos para se alimentarem. É mais fácil encontrar os carrapatos no ambiente, geralmente em paredes ou muros, no amanhecer ou entardecer, pois são momentos em que o clima está fresco.

Os carrapatos são extremamente resistentes, podem ficar semanas escondidos sem se alimentar, aguardando uma condição de clima mais favorável para saírem em busca de alimento. Eles também são resistentes a produtos de limpeza, por isso infestação não é sinônimo de sujeira. Assista ao vídeo do ciclo de vida dos carrapatos 



Tempo máximo sem se alimentar:
Larva - até 60 dias;
Machos adultos - até 200 dias;
Fêmeas adultas - até 220 dias.


Fonte: Bayer Pet

segunda-feira, 1 de maio de 2017

As Principais Doenças em Cães - Sarna
















A sarna é uma doença provocada por ácaros nocivos, que danificam de diferentes formas a pele dos cães.

Existem três tipos de sarna, cada um provocado por um determinado tipo de ácaros, cada um deles com as suas características e diferentes formas de atacar os animais.

É muito importante que não se aplique medicação por iniciativa própria, uma vez que cada tipo de sarna tem o seu modo de atuação e o seu respetivo tratamento. Deve ser sempre o veterinário a fazer o diagnóstico e então recomendar o tratamento mais adequado.

Conheça melhor cada tipo de sarna:


1. Sarna sarcóptica ou escabiose

Este tipo de sarna é causada pelo ácaro da espécie Sarcoptes scabiei. Estes ácaros provocam grande comichão nos cães, que ao tentarem aliviar-se coçam-se, lambem-se e até se mordem.

Altamente contagiosa, transmite-se por contacto direto para com outros cães, mas também para gatos (onde se denomina sarna notoédrica), ratos ou seres humanos.

É possível identificar um animal infetado através da pele avermelhada, queda de pelo, crostas, escoriações e borbulhas.

O tratamento desta sarna é geralmente tópico (medicação aplicada localmente) e inclui banhos com produtos especiais. Em certos casos pode ser necessária medicação oral ou mesmo injetável.

Tanto o cão como os seus pertences (cama, mantas, brinquedos, etc) devem ser isolados de outros animais até ao tratamento estar completo. Os pertences devem ser agressivamente higienizados, para que os ácaros não voltem a infecionar o animal.


2. Sarna otodécica

Este tipo de sarna é também conhecida como sarna de ouvido, pois é essa a região do corpo do animal que afeta. O agente responsável é o ácaro Otodectes cynotis.

Os cães ficam com grande comichão nas orelhas, e podem provocar feridas devido à intensidade com que se coçam. Pode também surgir uma acumulação exagerada de cera dentro do ouvido do cão, que por sua vez pode evoluir para um quadro de otite.

O tratamento geralmente consiste em medicação aplicada nos ouvidos em forma de gotas e em banhos especiais.

A sarna otodécica é transmissível entre cães e gatos, pelo que os animais infetados devem ser mantidos em isolamento.
 

3. Sarna demodécica

A sarna demodécica, conhecida popularmente como sarna negra, é causada pelo ácaro Demodex canis.

Este tipo de sarna é bastante diferente das anteriores. Ao contrário dos outros ácaros, este ácaro já vive habitualmente na pele dos cães e é inofensivo em cães saudáveis. Porém, existem cães com predisposição genética a ser afetados por estes ácaros, através de problemas imunológicos.

Quando o sistema imunológico do animal não funciona corretamente, estes ácaros começam a reproduzir-se descontroladamente e tornam-se então nocivos.

Ou seja, esta sarna não é uma doença contagiosa, porque o ácaro já se encontra em todos os cães, e só são afetados os que tiverem os tais problemas de imunidade.

A sarna negra não provoca comichão, como os outros tipos de sarna, mas sim ferimentos que se podem tornar graves, com secreções e odor intenso. A situação fica mais complicada se uma infeção secundária se aproveitar da situação do animal. Por exemplo, a bactéria Staphylococcus aureus é oportunista e quando encontra feridas abertas, coloniza-as e eventualmente infecta-as.

Como esta sarna parte de predisposição genética, é aconselhado a que o animal infetado nunca se reproduza, evitando assim a propagação da doença geneticamente para os seus filhotes.

Este tipo de sarna não tem cura, embora existam tratamentos para a manter controlável, que incluem medicação tópica e banhos.

  
Atenção: Este artigo é meramente informativo e não substitui a consulta no médico veterinário.

Fonte: mundo dos animais.pt

As Principais Doenças em Cães -


Fotografia original: Domínio Público





Leishmaniose

A leishmaniose canina, também conhecida como calazar, é uma doença causada por um parasita do género Leishmania, transmitido aos cães através da picada de mosquitos. Este parasita infiltra-se na medula óssea e em órgãos como o baço, o fígado e a pele.

Após o cão ser infectado, o período de incubação pode variar de apenas um mês até dois anos. Os primeiros sintomas verificam-se na pele, através da perda de pelo, descamação da pele e aparecimento de úlceras.

À medida que a doença evolui, o cão pode sofrer de emagrecimento, vómitos, perda de apetite, atrofia muscular, anemia, hemorragias nasais e alterações nos órgãos internos, em particular no fígado e nos rins.

Infelizmente a leishmaniose é uma doença de carácter crónico e os tratamentos disponíveis nem sempre são eficazes. É necessário haver um controlo veterinário permanente e um continuo ajuste dos tratamentos, de forma a proporcionar ao animal a melhor qualidade de vida possível.

A melhor forma de prevenir a leishmaniose é através do uso regular de coleiras, pulverizadores e pipetas inseticidas que impedem a picada dos mosquitos. Alguns produtos utilizados na eliminação das pulgas também protegem contra estes mosquitos.

É de evitar passeios em zonas húmidas, próximas de charcos e lagos, em especial ao amanhecer e ao entardecer, pois são os períodos em que os insetos estão mais ativos.
Note ainda que a leishmaniose não é uma doença exclusiva dos cães, e pode ser transmitida a humanos através das picadas dos mesmos insetos. Geralmente uma pessoa com um sistema imunitário normal corre um risco pequeno de contrair a doença, sendo necessário um maior cuidado com imunodeprimidos. No caso da leishmaniose humana, as perspetivas de cura são muito boas, acima dos 95%.




Atenção: Este artigo é meramente informativo e não substitui a consulta no médico veterinário.

Fonte: mundo dos animais.pt 


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Seja um tutor responsável e beneficie milhares de cães.





Os cães são nossos melhores amigos, parte da família, e eles nos protegem.

Apesar de muitas pessoas nem sequer imaginarem machucar seus cães, o sofrimento é uma triste realidade para muitos deles ao redor do mundo, principalmente para aqueles que vagam pela ruas. Estima-se que aproximadamente 10 milhões são mortos de forma desumana todos os anos, em grande parte como uma tentativa equivocada de eliminar a raiva. Isso significa que 18 cães são mortos por minuto.
O medo está nos separando dos cães

Em muitas partes do mundo, cães perambulam pelas cidades e podem preocupar tanto moradores locais e como turistas. Somente no Brasil, a Organização Mundial da Saúde estima que existam mais de 20 milhões de cães abandonados. Nas grandes cidades, há um cachorro para cada cinco habitantes. Destes, 10% não têm um tutor e estão em situação de abandonado.

As doenças zoonóticas são uma parte importante dessa preocupação - até 99 % dos casos de raiva humana são transmitidos por cães - e muitos governos e comunidades ainda utilizam o sacrifício desses animais como solução para o problema. Além disso, na preparação para grandes eventos como campeonatos mundiais de futebol e de atletismo, os cachorros de rua muitas vezes são mortos para "limpar" as áreas no entorno antes que os visitantes cheguem.

O medo, e tentativas equivocadas de erradicação de doenças como a raiva, resultam em cães sendo capturados pelas ruas de forma violenta, envenenados, eletrocutados e mortos em câmaras de gás. A matança de cães é quase sempre feita de uma forma cruel e dolorosa.
Uma solução humanitária

O sacrifício de cães é cruel e ineficiente. Ele não detém a propagação da raiva e evidências mostram que também não é capaz de reduzir a população canina em longo prazo. A solução mai simples e humana é a vacinação e o controle da população canina por meio da esterização (também conhecida como castração) desses animais.

Nós já vacinamos mais de 1 milhão de cães pela África e Ásia, mas precisamos ajudar a proteger ainda mais animais ao redor do mundo. Queremos proporcionar vidas melhoes para 50 milhões de cães até 2020, assim como vacinar mais 1 milhão deles.

Ajude-nos a construir um mundo em que cães e pessoas vivam em harmonia. Seja um tutor responsável e beneficie milhares de cães.