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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Cuidado com doenças de pele ,principalmente nas orelhas dos Hounds.

Malassezia em Cães: Causas,Sintomas, Diagnósticos e Tratamento

O que é a malassezia em cães?
O seu cachorro tem se coçado intensamente em algumas regiões mais que o de costume.
Você o examinou, e mesmo assim, não consegue identificar o que pode estar causando isso.
Em geral, as primeiras hipóteses seriam pulgas ou alguma alergia, devido à esses sintomas.
No entanto, a coceira pode ser um sintoma de uma outra doença muito comum, a malassezia em cães, mas que possui um diagnóstico um pouco mais delicado, justamente por ter sintomas tão semelhantes aos de outras doenças de pele.
Essa doença é uma dermatite desencadeada por fungos, que normalmente não se manifestaria, pois esse fungo costuma viver de maneira comensal na pele do cachorro.
No entanto, quando a sua proliferação é exagerada, o cachorro começa a apresentar esses sintomas de coceira crônica junto a perda de pelos, descamação da pele e infecções no ouvido.
Neste artigo, vamos tentar explicar tudo sobre a malassezia, quais os seus sintomas, causas do seu desencadeamento e possíveis tratamentos.
Use nosso menu rápido para ir ao ponto de seu maior interesse:

O que é Malassezia?

Malasseziose é uma doença de pele causada pelo fungo Malassezia pachydermatis sp., um tipo de levedura comensal encontrada na flora tecidual dos animais, que normalmente não traz benefícios ou prejuízos para o organismo do animal.
Mas que ainda assim, pode ser responsável pela maioria das otites caninas.
As leveduras do gênero Malassezia são naturalmente integrantes da microbiota da pele e das mucosas de cães, gatos, humanos e várias outras espécies de mamíferos.
Malassezia ovale, principal causador da caspa do couro cabeludo, por exemplo, é exclusiva da nossa espécie.
No entanto, esses microrganismos não costumam se manifestar à não ser que a proliferação esteja descontrolada.
Assim, quando esses fungos se proliferam em demasia devido a um desequilíbrio na pele, isso pode acarretar um tipo de dermatite conhecida também por Malassezia.
O problema é que além de causar otite, lesões na pele e vários tipos e desconfortos aos cães, a malassezia é considerada uma zoonose.
Isto é, pode ser transmitida ao ser humano através do contato direto com os cães infectados.
O fungo da Malassezia em cães, costuma se alojar em locais úmidos, como dentro das orelhas, e por isso quando manifestada, aparece em épocas de maior calor e umidade, como na primavera e no verão, estação em que as chuvas são mais abundantes no Brasil.

Créditos do Vídeo: Dra. Jennifer Lake (Youtube)

Causas da Malassezia em cães

Qualquer cachorro, independentemente da idade, raça ou sexo, pode sofrer de dermatite por Malassezia.
Desde que possua algumas predisposições e esteja, principalmente com o seu sistema imunológico enfraquecido para acionar a sua proliferação.
No entanto, a Malassezia costuma ter preferência por certas raças de cachorros, como: Basset Hound, Pastor Alemão, Pastor belga, Poodle, Dachshund, Chihuahua, Maltês, Cocker Spaniel (inglês e americano), Collie, Setter Inglês, Shih Tzu, Yorkshire, West Highland White Terrier, Shar pei e Bloodhound, entre outros.
Além do calor e da umidade que favorecem a sua proliferação, alguns estudos afirmam que outras doenças de pele como a Atopia (alergia cutânea crônica), a DAPP (dermatite alérgica à picada de pulgas) e a hipersensibilidade alimentar estão associadas à dermatite por Malassezia em cães.
Devido ao aumento de matéria orgânica disponível na pele (células mortas), que servem de alimento para as colônias de Malassezia.
Em resumo, as principais causas e predisposições para a Malassezia, podem ser:
  • Ministração indiscriminada de medicamentos corticoides e antibióticos;
  • Acúmulo de umidade na pele do animal ou dentro das orelhas por longos períodos. As raças de orelhas grandes e pendentes precisam ser enxugadas com cuidado especial;
  • Desequilíbrio no sistema imunológico do cão, principalmente devido a outras doenças de pele pré existentes e doenças inflamatórias;
  • Predisposição genética para contrair malassezia;
  • Raças que possuem muitas dobras de pele, por isso mais suscetíveis às doenças de pele;
  • Cachorros com obesidade;
  • Cachorros idosos, principalmente de sistema imunológico enfraquecido;
  • Cães alérgicos ou que possuam endocrinopatias (hipotireoidismo, doença de Cushing)e outras doenças que comprometam o sistema imunológico.

Sintomas de Malassezia em cães

A Malassezia em cães apresenta sintomas muito semelhantes aos sintomas de outras doenças de pele como alergias e sarna.
Por isso, pode ser facilmente confundida pelos proprietários de cães.
No entanto, o seu veterinário de confiança poderá diagnosticar corretamente o problema e indicar o melhor tratamento.
Os sintomas vão depender da localização da dermatite, mas os mais comuns são:
  • Pele irritada, vermelhidão e coceira crônica;
  • Perda de pelos (alopecia);
  • Descamação e rachaduras na pele;
  • Infecções no ouvido externo secreção amarronzada e mau cheiro;
  • Caspas;
  • Escurecimento e espessamento da pele;
  • Aumento da oleosidade da pele exalando um mau cheiro;
  • Depressão, perda de peso e falta de apetite, em casos mais severos.
A Malassezia em cães pode afetar diversas áreas do corpo.
Porém, é mais comum nas regiões: abdominal e torácica; nos ouvidos; nas patas e entre os dedos; na face, boca e focinho; na parte inferior do pescoço; na virilha; axilas; debaixo da cauda; no reto e ao redor no ânus.
É importante lembrar também que nem sempre todos esses sintomas estarão presentes, podendo o cão apresentar apenas um ou outro sintoma.
Além disso, os sinais clínicos não estão associados ao grau de infeção.
Por isso, aos primeiros sintomas, consulte o seu médico veterinário de confiança.

Malassezia em cães no ouvido

Os ouvidos dos cachorros são a área mais frequentemente afetada por estes fungos.
Isso porque a colônia normalmente já vive nessa região, devido ao calor e a umidade que ali se encontram.
A sua proliferação em excesso pelas causas já citadas acima, no entanto, acaba causando uma otite externa.
Essa otite externa é causada pela inflamação do tecido cutâneo do cachorro, levando à coceiras crônicas e muito desconforto.
Raças em que há excesso de pelos no ouvido, orelhas “caídas” (Basset hound e Cocker Spaniel), e principalmente a falta de cuidados com a limpeza devido à umidade local, ficam mais predispostas à proliferação das colônias desse fungo.

Diagnóstico da Malassezia em cães

Além do exame físico completo em consultório, o médico veterinário pode pedir exames laboratoriais para confirmar o diagnóstico e descartar outras possibilidades.
citologia de pele ou ouvido é o mais comum para confirmar o caso de dermatite por Malassezia em cães.
Uma vez que esse fungo é natural das mucosas e da pele, o diagnóstico da doença se dá observando o aumento populacional da colônia, somado aos sintomas clínicos característicos observados no exame físico.
Normalmente, o exame de citologia é feito a partir de uma raspagem na pele ou utilizando fita adesiva transparente.
malassezia em cães
Foto: PeritoAnimal
Já o exame histopatológico se faz através de biópsia da pele, a fim de constatar o crescimento tecidual (devido à multiplicação celular), hiperqueratose (aumento a produção de queratina, proteína da pele), com junto ao aspecto enrijecido típico da doença.
Caso seja detectado um elevado número destes microrganismos associados aos outros sintomas da doença e após excluir outros diagnósticos diferenciais, o veterinário determina o diagnóstico definitivo de dermatite por Malassezia em cães.
Para excluir todos os outros diagnósticos diferenciais, o veterinário fará outros exames laboratoriais e até mesmo uma dieta de eliminação, caso haja suspeita de alergias ou intolerância alimentar.

Tratamento da Malassezia em cães

Na maioria dos casos o tratamento para a malassezia em cães é eficaz, sendo o foco a redução da população fúngica.
Geralmente, envolve uma terapia medicamentosa com base no quadro clínico do animal, através de medicamentos de uso tópico.
Ou seja, shampoos anti fúngico, sabonetes, cremes e loções para aliviar a irritação, as coceiras crônicas no caso da dermatite ou medicamento de aplicação direta no conduto auditivo, em caso de otite, para reverter o caso.
Em casos mais graves e reincidentes, ou com infecção secundária, o tratamento sistêmico (por medicação via oral) pode ser necessário.
Os anti fúngicos e outros medicamentos que o médico veterinário julgar necessários ou mais adequados a casos específicos.
Como por exemplo, em casos de infecções bacterianas secundárias, muito comuns, em que um antibiótico também se faz necessário.
tratamento malassezia canina
Foto: WagWalking
Em geral, o tratamento tópico é aconselhado para dermatites por Malassezia localizadas e o tratamento sistêmico para casos mais severos ou de infestações generalizadas.
No entanto, o mais importante durante o tratamento por Malassezia em cães, é tratar a origem do desequilíbrio no sistema imunológico do cachorro, que permitiu a proliferação exagerada do fungo.
Neste caso, inclui-se um suporte imunológico para estabilizar a saúde do animal.
Todas essas medidas irão ajudar a combater o desequilíbrio no sistema imunológico do cachorro e, consequentemente, impedir a proliferação de fungos.
Espera-se uma recuperação em torno de duas semanas, com melhora significativa ao tratamento.
ATENÇÃO!
É terminantemente proibido dar qualquer outro medicamento aleatório ao animal, sob o risco de causar uma intoxicação, levando ao óbito.
Não medique de forma alguma sem que o seu veterinário de confiança tenha recomendado!

Como prevenir a Malassezia em cães

principal método de prevenção para a Malassezia é manter a higiene adequada do animal e do local em que ele vive.
Os cuidados necessários com as orelhas durante o banho, não deixando acumular água.
Também com as escovações frequentes para retirar todo o excesso de pelo e material orgânico morto (você pode conhecer a FURminator), além de sujeiras, são essenciais.
Evite também que ele entre em contato com outros animais infectados.
As visitas regulares ao veterinário a fim de avaliar o estado geral de saúde do cachorro, também evitam que ele apresente quedas de imunidade, esteja se alimentando mal ou contraia doenças parasitológicas, etc.
Mesmo assim, ainda existe a possibilidade dele contrair a doença.
Caso aconteça, tente isolá-lo de outros animais e até de pessoas para evitar transmissão.
Em seguida, leve-o o mais rápido possível ao veterinário para realizar o diagnóstico e iniciar o melhor tratamento.
Caso você tenha outros animais em casa, é preciso levá-los também ao veterinário para serem avaliados.
Sabendo que o diagnóstico da Malassezia em cães é delicado e os seus sintomas muito semelhantes a outras doenças, é importante entrar em contato com o veterinários aos primeiros sinais de infecção, alergia ou comportamento anormal.

Conclusão

Bom, chegamos ao final da matéria sobre malassezia!
Espero que você tenha entendido tudo sobre o assunto.
Apenas lembrando: não recomendamos NENHUMA solução caseira. Muitas vezes elas podem prejudicar mais do que ajudar e por seu animal em risco.  
E se puder, ajude compartilhando essa matéria em suas redes sociais.
Atenção, Tutor!
Por mais bem escrita e detalhada que a matéria venha a ser, ela não substitui uma consulta ao seu veterinário de confiança.
E pior ainda, não tem INTENÇÃO ALGUMA de substituir uma consulta médica ou de indicar quais os melhores remédios, pomadas, antibióticos, etc, contra mordida de cachorro.
Correções e revisões feitas pela médica veterinária Adriana Rodrigues Fadul, CRMV/SP: 21.048
Referências externas:
  1. SIDRIN, J.J.C., MOREIRA, J.L.B. Fundamentos Clínicos e laboratoriais de micologia médica.
  2. Medvep – Revista Científica de Medicina Veterinária – Pequenos Animais e Animais de Estimação 2012
  3. DIAGNÓSTICO DE Malassezia sp EM OUVIDOS DE CÃES E SUA CORRELAÇÃO CLÍNICA.
  4. Malassezia spp. em humanos e pequenos animais: uma abordagem teórica.
  5. INFECÇÕES CAUSADAS POR MALASSEZIA: NOVAS ABORDAGENS.
Fonte:
Blog Amor aos Pets

Sully o cão de Bush.




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O ex-presidente dos Estados Unidos, George H. W. Bush, morreu na passada sexta-feira (30/11/18), vítima de doença prolongada.
No entanto, o cão da raça labrador que o acompanhava, Sully, de dois anos, ainda teve uma última missão para cumprir junto ao líder reformado no passado domingo: acompanhar o caixão de Bush no avião até Washington D.C.. "Missão completa", declara a mensagem que acompanha a foto do animal deitado no chão, perto do caixão coberto com a bandeira dos Estados Unidos, já na capital americana. 
A publicação foi partilhada nas redes sociais pelo representante público do ex-presidente, Jim McGrath.




Sully tinha começado a viver com Bush há aproximadamente seis meses, após a morte da mulher, Bárbara Bush, e tem habilidades para responder a uma série de ordens, inclusivamente atender telefones. 
Após a morte do antigo dono, a cão vai para o Programa de Cães de Apoio do Centro de Saúde Nacional Militar Walter Reed, onde deve trabalhar com outros animais em tratamentos de fisioterapia e terapia ocupacional para soldados, informa a CNN. 
"A nossa família vai sentir muita saudades deste cão, mas estamos felizes por saber que ele vai dar tanta alegria à nova casa, o Walter Reed, quanto deu ao 41º presidente", afirmou o filho do ex-presidente, também ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, nas redes sociais.




Fonte: cmjornal

Um dia relaxante com o Dean no SPA.

Realmente, sou fã deste cara. Curta um dia no SPA relaxando com o Dean, mas quem paga a conta é você!



Fonte:

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Qual a melhor idade para castrar um cão? - Machos e Fêmeas



Assim que tomarmos a sábia decisão de castrar o nosso cachorro, podemos ter várias dúvidas sobre qual a melhor idade para o fazer? Certamente já ouviu muitas versões, e viu todo o tipo de suposições e experiências que por vezes nos podem confundir, em vez de nos orientarem.







Raça e a melhor idade para castrar um cão




Dado que se vai fazer referência à castração antes do primeiro cio, tratamos de encurtar esse intervalo de tempo, embora como já se prevê, a raça influencia muito.

Aos 6 meses de idade, de forma muito geral e sem entrar ainda nas raças, ainda não existem ondas nas cadelas, visto que antes da ovulação existem sempre "tentativas" que vão ganhando intensidade no caso das fêmeas, até que se desencadeia a ovulação, quando uma dessas tentativas é bem sucedida.

Nos machos é algo mais complicado de definir por não haver cio (não "vemos" quando produzem espermatozoides viáveis), mas utiliza-se a maturidade sexual, quando começam a ser férteis. Isso é deduzido por comportamentos secundários como marcar território com urina, levantar a para para urinar, montar fêmeas... Podemos concordar que os 6-9 meses é uma idade razoável para nos encontrarmos ainda com a "puberdade" nos cães.








Como influencia a raça na idade ideal para castrar um cão?

Embora todos sejam da mesma espécie, existe muita diferença entre um chihuahua, por exemplo, e um mastim napolitano. Para continuar com a comparação, se temos duas fêmeas dessas raças, a primeira entrará, como regra geral, muito antes no cio que a segunda. Tudo é mais acelerado quando menor for o tamanho da raça: o ritmo cardíaco, respiratório, o metabolismo, a digestão... e o inicio da vida reprodutiva.

Assim sendo, as raças mais pequenas costumam ser mais precoces na hora de atingir a maturidade sexual. No entanto, muitas outras coisas além da raça influenciam, como o meio ambiente, genética, alimentação, presença de estímulos próximos como um cão macho, etc.

Podemos encontrar cadelas de raça Yorkshire com o seu primeiro cio aos 5 meses, e cadelas de raça Dogue de Bordéus em que não aparece até que alcancem um 1 ano de idade, sendo muito mais complicado que aconteça o contrário. Por isso é difícil falar sobre que meses vai aparecer o cio na cadela, ou a fertilidade se se trata de cães machos, uma vez que cada raça é um mundo (inclusivamente, existem cadelas que só têm um cio anula, e é normal), e cada cão em particular, um continente. Nos vira-latas, prever a idade em que aparecerá o cio transforma-se em uma missão quase impossível.



Para abordar o tema de forma resumida, vamos enumerar as vantagens e inconvenientes de castrar a cadela antes do primeiro cio, e assim podemos comparar com o caso de o fazermos depois de vários cios:


Vantagens

Os riscos de sofrer tumores de mama em cadelas, diretamente relacionados com os hormônios sexuais produzidos pelos ovários, reduzem-se drasticamente. As cadelas castradas antes do primeiro cio têm um incidência de tumores de mama no futuro praticamente nula, apenas uma percentagem reservada a possibilidades de genética. No entanto, as que são castradas depois de vários cios, devem continuar a ser revisadas periodicamente em busca do aparecimento de tumores. As mamas já sofreram a ação dos hormônios.
Os riscos de sofrer de piometras (infecções de útero), anulam-se totalmente, ao desaparecer os ovários, responsáveis pela estimulação cíclica do útero, e o mesmo útero se a cirurgia que se fizer for uma ovário-histerectomia.
A grossura e vascularização (fornecimento de sangue) aos órgãos reprodutores antes do primeiro cio é muito mais baixa que depois de começar a funcionar. Os tecidos não estão infiltrados de gordura, e as bandas da cirurgia ficam muito mais seguras.
Não costuma haver problemas de obesidade em cadelas tão jovens. A presença de excesso de gordura abdominal dificulta muito a intervenção.
Não pára o crescimento. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, simplesmente fica mais lento mas sustentado ao longo do tempo, ou seja, a cadela chegará ao seu tamanho final de adulta um pouco mais tarde do que aconteceria com cadelas não castradas.
Evitamos que a nossa cadela passe por gestações não desejadas, ou pseudo-gestações (gravidez psicológica) e pseudo-lactações, que podem afetar todas as cadelas dois meses depois do cio, inclusivamente desde o primeiro cio.
Inconvenientes

Possível aparecimento de incontinência urinária: os estrogênios parecem ser responsáveis pelo correto funcionamento dos músculos da bexiga de urina e do esfíncter uretral. Ao desaparecer com a cirurgia dos ovários, não haverá estrogênios e, por conseguinte, pode aparecer ao fim de umas semanas ou meses incontinência urinária. São perdas leves de urina que ocorrem enquanto a cadela está dormindo, ou ao fazer algum exercício.
E se a deixar ter vários cios, não terá incontinência urinária?

Deixar passar um ou dois cios para a operar, pensando que assim não sofrerá incontinência urinária depois da cirurgia, é um erro. A incontinência urinária aparece igualmente em cadelas de raça média castradas aos 4 anos, por exemplo, que no resto de intervalos de idade. E além disso, afeta uma percentagem baixa de fêmeas castradas.

Embora não se castrem, com o passar dos anos, os níveis de hormônios no sangue baixam bastante (as cadelas são menos férteis), e com esta baixa de estrogênios pode igualmente aparecer a incontinência urinária, da mesma forma que acontece nos humanos.
Se aparecer, existe tratamento?

Existem vários fármacos que podem solucionar o problema da incontinência urinária, desde pequenas quantidades de hormônios, até medicamentos (fenilpropanolamina), que atuam a nível da inervação dos músculos da bexiga, e que já se demonstraram ser eficazes apenas em fêmeas castradas para tratar a incontinência.
A melhor idade para castrar um cão macho


Aqui falamos das vantagens e inconvenientes de castrar o nosso cão antes de alcançar a maturidade sexual:
Vantagens
Evitamos escapadas para cheirar fêmeas no cio, visto que acontece com frequência em cachorros com poucos meses, que ainda não obedecem demasiado, e ainda por cima têm os hormônios acelerados.
Poupamos o padrão de marcação de território que começa a realizar de forma sistemática, sem importar o lugar, quando alcança a maturidade sexual, os dias sem comer quando detectam uma cadela no cio no bairro, e a ansiedade e/ou agressividade que pode aparecer nesta circunstância.
Não terá a constante necessidade de se meter em problemas nas reuniões de parque com outros cães. A sua territorialidade diminui ou não se chega a desenvolver e a vontade de procurar briga também, embora o seu caráter continue sendo o mesmo.
A próstata não sofre a influência da testosterona, com o qual não sofrerá de hiperplasia que praticamente todos os cães machos não castrados têm aos 3-4 anos de idade.
O ganho de peso que todos associamos à castração em cães, é menos notório ou passa desapercebido quando a operação se faz antes dos 12 meses de vida.
Não adquire o comportamento de montar e isso é importante. Os cães que aprenderam por observação de outros machos, ou porque lhes foi permitido montar fêmeas, podem continuar com esse comportamento apesar de serem castrados. Por terem um osso no pênis, os cães não precisam dos hormônios para conseguir realizar a cópula. Se adquiriram o hábito, podem montar uma fêmea depois de castrados embora, obviamente, não exista gestação. É uma montada mais curta, mas o risco de se contagiar com herpesvírus ou sofrer as iras de outros machos ou donos continuarão a existir.

Inconvenientes

Praticamente, nenhum. Muitas gente acredita que o seu cão não alcançará o tamanho que poderia ter em adulto se não o tivesse castrado aos 8 meses de idade, por exemplo. Mas se não houver uma base genética, nenhuma estimulação hormonal poderá conseguir que um cão meça ou pese o que quisermos. O desenvolvimento muscular é favorecido pela testosterona, mas a genética, combinada com uma alimentação adequada e exercício físico, dá lugar a tamanhos praticamente iguais aos machos castrados aos 3 anos, isto para dizermos um valor.

E o caráter...

Às vezes, depois de superar os medos da cirurgia, visto que pode sempre haver complicações na anestesia, ou no processo, como em tudo, embora sejam mínimo, e depois de ter feito o balanço das vantagens e dos inconvenientes, alguém nos diz que o nosso cão ficará com um comportamento infantil, ou que o seu caráter vai mudar e já não será o mesmo se se castrar antes do primeiro cio.

Podemos ouvir o mesmo se o decidirmos castrar quando já tiver vários anos de idade, mas no primeiro caso, alguns argumentam que não deixaremos que o cão se desenvolva bem se não receber a influência dos hormônios sexuais. Diante disto há que ter em conta que o caráter vem definido por genética, socialização, tempo de permanência com a sua mãe e irmãos, ambiente envolvente, hábitos... e que receber unas ondas de estrogênio ou de testosterona na sua vida não vai fazer com do nosso cão um animal mais equilibrado nem mais ou menos hostil. Os hormônios podem influenciar, mas não podem determinar.

Esperamos que as dúvidas sobre qual é a melhor idade para castrar um cão tenham sido esclarecidas, e como fazemos sempre, recomendamos que consulte com o seu veterinário sobre cada caso em particular, visto que nem sempre podemos aplicar generalizações ao nosso cão ou cadela, apesar de as mesmas funcionarem com os demais congéneres.


Os problemas renais em cães

(Este post não substituí a opinião de um médico veterinário,que é o profissional  habilitado a fornecer a melhor orientação a ser seguida).

Os problemas renais em cães prejudicam o funcionamento dos rins e podem aparecer de forma crônica ou aguda.  Estes órgãos são vitais para o animal, pois realizam a filtragem do sangue e neste processo ocorre a absorção de substâncias importantes para o organismo e eliminação do que não é aproveitado. Quando esta função é prejudicada por uma doença renal, o animal perde a qualidade de vida e tem diversos problemas de saúde.

Doença renal aguda
No caso da doença renal aguda, a perda das funções dos rins se dá de forma súbita e pode aparecer em função de uma intoxicação ou agressão isquêmica que causa lesão nas células renais, sendo que este quadro pode se estabelecer em questão de dias ou mesmo horas. A longo prazo, uma doença renal aguda pode levar ao desenvolvimento da doença renal crônica (DRC). Os sintomas são: depressão, vômitos, febre, perda de apetite e mudança na quantidade de urina.

O tratamento envolve a administração de medicamentos, indução do vômito para eliminação de toxinas no caso de intoxicação, reidratação e cuidados com uma alimentação canina adequada.

Doença renal crônica (DRC)
Já na doença renal crônica (DRC), a disfunção renal acontece de forma gradual, progressiva e é irreversível, exigindo cuidados por toda a vida do cão. Essa patologia pode aparecer em qualquer idade, entretanto, é mais comum em cães idosos, por consequência do envelhecimento natural do sistema renal.



Outros fatores que influenciam no desenvolvimento deproblema renal em cães são doenças caninas como: diabetes, hipertensão arterial, infecções, hematozoários, filariose, câncer, amiloidose, doenças autoimunes, doenças congênitas e há casos em que existe uma predisposição genética. As raças que mais suscetíveis são:

●     Beagle
●     ChowChow
●     Cocker Spaniel
●     Dobermamm
●     Pinscher
●     Basenji
●     Bull Terrier
●     CairnTerrier
●     Pastor Alemão
●     SharPei
●     Poodle
●     LhasaApso
●     ShihTzu
●     Rottweiler
●     Schnauzer
      
problema renal em cães é grave e assintomático(até que 75% das funções renais estejam comprometidas), o que corresponde a um nível avançado desta doença canina. Entre os sintomas, pode-se destacar o aumento do volume de urina e de consumo de água, sangue na urina, diminuição de apetite, vômito, diarreia e queda de pelo.

Para um diagnóstico precoce e prevenção é importante manter uma agenda de visitas regulares ao veterinário. A identificação da disfunção renal pode ser feita em um exame de ultrassonografia, que permite a avaliação da estrutura dos rins. Caso o procedimento ateste algum tipo de alteração morfológica, pode-se levantar a hipótese de que o animal sofra de DRC.

O tratamento da doença renal crônica envolve a terapia de fluido para evitar a desidratação, medicamentos e uma dieta adequada com baixo teor de proteínas e fósforo para evitar que o rim seja forçado. Equilíbrio Veterinary Renal é uma dieta formulada para fornecer a quantidade ideal de energia para os cães renais e diminuir os sinais da enfermidade por meio de suplementação adequada, inclusão de prebióticos e ômega-3.

ração canina Equilíbrio Veterinary Renal foi desenvolvida para auxiliar no tratamento de problemas renais em cães e pode ser prescrita pelo veterinário como opção nutricional para o cão acometido, pois, além de possuir nutrientes adequados, é altamente palatável – colaborando para a alimentação adequada dos animais com apetite caprichoso. 

Fonte:Total alimentos

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Como é fabricada a ração de cachorros

Achei bastante interessante a matéria sobre a fabricação de ração para os peludos. Curta o vídeo do:




Se quiser saber mais sobre a fabricação de rações para cães neste Blog visitando

Como é fabricada a ração para seu cachorro.




Melhor ração para cachorro Basset Hound -Nutrição

Melhor ração para cachorro Basset Hound




cachorro Basset Hound  
Possui estreitas ligações com os bassets franceses, mas foi na Inglaterra que a raça se desenvolveu em meados do século 17. A tradução do nome revela uma das características mais marcantes da sua estrutura física, a altura: basset significa muito baixo em francês. A baixa estatura e o olfato bem desenvolvido eram muito valorizados para a caça de animais pequenos escavadores, como lebres, raposas e faisão.
Além da baixa estatura, eles possuem patas curtas e coluna alongada. No que diz respeito ao temperamento, são cães calmos, dóceis e bastante amigáveis. Convivem bem com outros animais, adoram brincar, são tolerantes e considerados ótimas companhias para crianças. Devido a sua origem de farejador, gostam de se engajar em investigações e são determinados.
Devido a sua coluna alongada, é importante tomar alguns cuidados para evitar lesões durante as brincadeiras. Também é essencial ter atenção com o sobrepeso, pois possuem tendência a obesidade canina, o que pode prejudicar a coluna, além de causar uma série de problemas de saúde.
Para evitar a obesidade, faça caminhadas frequentes que também são importantes para aliviar o estresse do dia a dia. Outro cuidado é com a alimentação dos cachorros Basset Hound, que deve ser adequada às suas necessidades diárias.

Melhor ração para cachorro Basset Hound
A alimentação da raça Basset Hound deve contar uma ração super premium que, além de ser desenvolvida com fontes de proteína animal de qualidade, também são enriquecidas com nutrientes, vitaminas e sais minerais fundamentais para a saúde do cão.
O cachorro Basset Hound é um animal de médio porte e, por isso, a melhor ração para eles no início da vida é Equilíbrio Cães Filhotes Raças Médias, enriquecida com ômegas 3 e 6, composto importante para cuidar da pelagem do cão, deixando-a brilhante e sedosa. Além disso, a ração também é enriquecida com prebióticos e probióticos para melhorar o trânsito intestinal.
Quando se tornam adultos e suas necessidades nutricionais mudam. Para oferecer uma nutrição completa, após os 12 meses de idade, Equilíbrio Cães Adultos Raças Médias é a mais recomendada. Ela possui proteínas de qualidade na quantidade ideal para seu Basset Hound ter sempre vitalidade e também é enriquecida com prebióticos e probióticos.
Como a raça Basset Hound possui tendência à obesidade, é importante consultar o veterinário para saber se o animal precisa de uma alimentação com baixo teor calórico. Equilíbrio Cães Adultos Light Raças Médias e Grandes é um alimento indicado para animais com sobrepeso ou com tendência a obesidade, pois auxilia na queima de gorduras por meio da ação da L-carnitina.
Quando o cachorro chega aos sete anos de idade, é importante introduzir Equilíbrio Mature Raças Médias e Grandes, que é um alimento especialmente desenvolvido para cães idosos. Esta ração ajuda a cuidar da saúde das articulações através da ação do sulfato de condroitina e sulfato de glicosamina; além de conter antioxidantes naturais que são fundamentais para a longevidade do cão.